COMBATE AO TRÁFICO Polícia Militar apreende 103 tabletes de entorpecentes escondidos em veículo em Torixoréu

Equipes receberam denúncia de que motorista estaria transportando grande quantidade de drogas Wellyngton Souza | PMMT A Polícia Militar, por meio do Núcleo de Polícia Militar de Torixoréu e com apoio da Agência Local de Inteligência do 2º Batalhão, apreendeu, nesta quarta-feira (13.8), 103 tabletes de entorpecentes e prenderam um homem por tráfico ilícito de drogas, em Torixoréu (568 km de Cuiabá). Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam denúncia de que o condutor de um veículo VW Polo, branco, estaria transportando grande quantidade de entorpecentes no município. As equipes reforçaram o policiamento e localizaram o carro nas proximidades de um posto de combustível. Após abordagem do suspeito, o homem apresentou diversas informações contraditórias sobre sua origem e destino. Já durante busca veicular, as equipes encontraram 40 tabletes de maconha, 20 de substância análogas à skank (super maconha) e outros 43 tabletes de pasta base de cocaína, pesando aproximadamente 100 quilos de ilícitos. O suspeito e todo material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência. Disque-denúncia A população pode colaborar com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem se identificar, por meio do 190 ou 0800 065 3939.
Anderson Bananeiro transforma mandato em ação: Diversas comunidades atendidas em apenas 7 meses

Em apenas sete meses de mandato, o vereador Anderson Bananeiro comprova compromisso e trabalho sério em Rondonópolis. Nesse período, apresentou mais de 150 indicações legislativas e 14 projetos de lei — entre eles, a Lei nº 14.287/2025, já sancionada, que garante acompanhamento psicossocial para comunidades rurais, reforçando a atenção à saúde mental de quem vive no campo. Com presença constante nos bairros e na zona rural, Anderson já visitou 54 comunidades, e a maioria delas já vem sendo beneficiada com obras de infraestrutura, como recuperação de estradas, encascalhamento, patrolamento e melhorias em pontes. A atuação do vereador tem garantido mais acesso, segurança e qualidade de vida para famílias de assentamentos e pequenas localidades. Entre as comunidades atendidas estão o Assentamento Carimã, Assentamento São Francisco, Comunidade Aldeinha (MT-460), Banco da Terra, Gleba Rio Vermelho, Gleba Dom Bosco, Assentamento Vale Encantado, Comunidade Arareau, Comunidade do Bajara, Globo Recreio, Comunidade Poço de Mel, Comunidade Chico Mendes, Assentamento Dom Osório, Comunidade do Bananal e o Distrito de Nova Galileia. “Nosso compromisso é trabalhar sem medir esforços para atender quem mais precisa, ouvindo cada demanda e transformando em ação”, afirma Anderson Bananeiro. Com esse ritmo, o vereador reforça que seu mandato seguirá próximo da população, articulando soluções e garantindo que as políticas públicas cheguem a quem mais precisa. Marta Andrade- Assessoria
Deputada critica novas demarcações de terras e alerta: “Trará mais pobreza para indígenas de MT”

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) defendeu nesta quinta-feira (14), durante o “Seminário Justiça Territorial – Respeito aos direitos civis nos processos de demarcação de terras indígenas”, a união do setor produtivo e das instituições de Mato Grosso na defesa da segurança jurídica e do direito de produzir. Ela alertou que novas demarcações, sem critérios claros, podem trazer “mais pobreza do que prosperidade” para o estado e para o Brasil. No evento, realizado pela Aprosoja-MT em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Janaina criticou a visão “romantizada” sobre a realidade das comunidades indígenas e disse que o Supremo Tribunal Federal (STF) precisa conhecer a verdadeira situação dos povos originários em Mato Grosso. “Quando você vai, por exemplo, para qualquer prefeitura que tem a maioria de seu território indígena, como em Comodoro, vê indígenas vivendo pobres, vulneráveis, passando fome, sem saúde básica e sendo usados como massa de manobra”, afirmou. A parlamentar relatou que há aldeias em que não há escolas dignas, postos de saúde com medicamentos e nem mesmo alimentos suficientes. “Prefeitos relatam que estão tendo que comprar cestas básicas para alimentar a comunidade. Essa condição de vulnerabilidade e extrema pobreza é o que o STF precisa conhecer, e nãoaldeiasturísticasmontadaspararecepcionarautoridades”, disse. Para Janaina, a defesa do marco temporal e de regras claras para a demarcação é também uma pauta social, que garante autonomia e independência aos povos indígenas, sem que eles fiquem reféns do poder público ou de políticas assistencialistas. “Se houvesse manejo sustentável e atividades produtivas dentro dos territórios, essas famílias teriam renda e dignidade. Mas o que vemos são comunidades vivendo de cesta básica, em total abandono”, criticou. A deputada ainda sugeriu uma agenda junto ao STF para mostrar a realidade das aldeias e reforçou que a luta não é apenas do setor produtivo, mas também dos próprios povos originários que desejam condições de desenvolvimento. “Mato Grosso precisa participar ativamente dessa discussão pois novas demarcações tem gerado insegurança para 22 municípios nossas. Essa união é fundamental para sensibilizar e conscientizar quem decide em Brasília. Precisamos mostrar que o que está em jogo é a sobrevivência econômica de Mato Grosso e o futuro de quem vive nessas áreas”, concluiu. Fonte: Laura Petraglia/Assessoria de Comunicação
Lei do Parto Adequado é promulgada em MT e garante direito de escolha à gestante no SUS

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso promulgou, na tarde desta quarta-feira, a Lei nº 13.010/2025, conhecida como Lei do Parto Adequado, de autoria da deputada estadual Janaina Riva (MDB) e coautoria dos deputados Marildes Ferreira e Thiago Silva(MDB) do Parto Adequado. A decisão ocorreu após o governador ultrapassar o prazo de 15 dias para sanção ou veto sem qualquer manifestação, o que, conforme o regimento, autoriza o Legislativo a concluir o processo legislativo. A lei garante às gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o direito de optar pela cesariana a partir da 39º semana de gestação, bem como pela analgesia na hora do parto, desde que não haja contraindicação médica, reforçando a autonomia da mulher na escolha do procedimento. O texto também prevê que as unidades de saúde, públicas ou conveniadas, assegurem informações claras sobre os riscos e benefícios de cada tipo de parto e que a decisão seja registrada no prontuário da paciente. Segundo Janaina, a medida busca reduzir a mortalidade materna e neonatal, especialmente em casos de trabalhos de parto prolongados. “Esse projeto não inibe o fato de que o médico tem que dizer que essa mulher está preparada para ter uma cesariana ou um parto normal. O que se está abrindo é a possibilidade de a mulher optar pela cesariana ou analgesia no momento de muita dor ou em situações em que ela já está há quatro ou cinco dias em trabalho de parto, com risco de sofrimento fetal. É uma forma de dar mais segurança, diminuir a mortalidade de bebês e também de mães”, explicou. A deputada também ressaltou que a efetividade da lei depende de orçamento adequado para que os municípios e hospitais que atendem pelo SUS, inclusive os filantrópicos, consigam ofertar a opção de parto em todo o estado. “Algumas cidades talvez precisem criar mecanismos, via consórcios de saúde, para oferecer a cesariana. Os deputados da comissão de saúde da Assembleia incumbidos de construir formas para que a lei funcione”, disse. Janaina citou experiências de estados como São Paulo e Paraná, onde legislações semelhantes já foram aplicadas, resultando em aumento de cerca de 15% nos partos cesarianos. Mesmo assim, segundo ela, ainda há muitas reclamações de mulheres que não conseguem exercer o direito de escolha. Ela também destacou o papel da presidência da Assembleia, por meio do presidente Max Russi, na promulgação da medida. “Fico muito feliz de ver o empenho do presidente Max, que abraçou a causa e decidiu promulgar a lei. Agora, a luta é trabalhar o orçamento para que as prefeituras possam atender as mulheres, da capital ao interior”, concluiu. A nova legislação garante às gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o direito de optar pelo parto normal ou pela cesariana, desde que não haja contraindicação médica fundamentada. A escolha deve ser registrada em prontuário e, no caso da cesariana, só poderá ocorrer a partir da 39ª semana de gestação, com recomendação médica e após orientação sobre riscos e benefícios. Além disso, a lei assegura: Acompanhante de livre escolha durante todo o processo — trabalho de parto, parto e pós-parto imediato — conforme previsto na Lei Federal nº 1.108/2005 Informação e autonomia: as gestantes deverão receber, no pré-natal, orientações sobre os diferentes tipos de parto, respeitando seu direito de decisão. Estrutura adequada: os estabelecimentos de saúde deverão garantir condições e equipes para realizar cesarianas, inclusive em cidades menores, podendo recorrer a consórcios intermunicipais. Fonte: Laura Petraglia/Assessoria de Comunicação



