Pix muda regras de segurança e facilita devolução de dinheiro

Novas regras do Pix passam a valer e permitem rastrear dinheiro de golpes em até cinco transferências. Veja o que mudou. As novas regras do Pix começaram a valer no Brasil e prometem aumentar a segurança das transferências instantâneas. A mudança foi determinada pelo Banco Central e tem como objetivo facilitar a recuperação de valores enviados em casos de golpes, fraudes ou falhas operacionais. Com as novas regras do Pix, instituições financeiras passam a operar uma versão atualizada do Mecanismo Especial de Devolução (MED), sistema criado para rastrear e recuperar dinheiro transferido irregularmente. A atualização do mecanismo amplia a capacidade de investigação das transações suspeitas e pode acelerar a devolução de recursos para vítimas de golpes. Novas regras do Pix ampliam rastreamento de dinheiro A principal mudança nas novas regras do Pix está na versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução. Antes da atualização, o Banco Central conseguia rastrear apenas a primeira conta que recebia o dinheiro após uma transferência fraudulenta. Agora, o sistema permite acompanhar o caminho do dinheiro ao longo de até cinco transferências diferentes. Essa ampliação foi considerada necessária porque criminosos costumam distribuir os valores desviados entre várias contas, prática que dificulta a recuperação dos recursos. Dinheiro pode ser recuperado em até 11 dias Segundo o Banco Central, as novas regras do Pix também melhoram o processo de devolução dos valores. Após a contestação feita pelo cliente, as instituições financeiras podem compartilhar informações das transações envolvidas. Com isso, o dinheiro transferido de forma irregular pode ser recuperado em até 11 dias após o registro da reclamação. Esse prazo inclui o período de análise e rastreamento realizado pelas instituições participantes do sistema. Botão de contestação agora é obrigatório nos bancos Outra mudança importante nas novas regras do Pix é a obrigatoriedade do botão de contestação dentro dos aplicativos bancários. Desde outubro, o Banco Central determinou que todos os bancos e instituições que operam o Pix devem oferecer essa opção diretamente em seus apps. O recurso permite que o cliente registre rapidamente uma contestação caso suspeite de fraude ou golpe. A versão atualizada do sistema estava disponível de forma facultativa desde novembro de 2025 e agora se tornou obrigatória para todas as instituições. Quando o mecanismo pode ser utilizado O Banco Central reforça que o mecanismo das novas regras do Pix deve ser utilizado apenas em situações específicas. O recurso pode ser acionado nos seguintes casos: fraudes ou golpes financeiros suspeita de fraude em transferências falha operacional da instituição financeira No entanto, a ferramenta não pode ser usada quando o próprio usuário comete um erro na transferência. Por exemplo, se a pessoa digitar a chave Pix errada ou enviar o dinheiro para o destinatário incorreto, o mecanismo de devolução não poderá ser acionado. Com as novas regras do Pix, o Banco Central espera aumentar a identificação de contas usadas em fraudes e melhorar a recuperação de recursos desviados, tornando o sistema de pagamentos instantâneos ainda mais seguro Fonte: RDN
Deputados podem votar projetos de proteção e saúde das mulheres
Da Redação Rádio Aruanã FM Use esse formulário para comunicar erros ou fazer sugestões sobre o novo portal da Câmara dos Deputados. Para qualquer outro assunto, utilize o Fale Conosco. Mensagem × [ad_2] Fonte: Câmara dos Deputados
Dólar cai mais de 1% e fecha a R$ 5,16 com expectativa de cessar-fogo no Irã

Dólar fecha em queda de 1,52% e encerra o dia a R$ 5,16 com expectativa de cessar-fogo no Irã e fortalecimento do real. O dólar hoje encerrou a sessão desta segunda-feira (9) em forte queda frente ao real, refletindo o clima de otimismo nos mercados globais. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,1641, com recuo de 1,52% no mercado à vista. :contentReference[oaicite:0]{index=0} A desvalorização ocorreu em meio à expectativa de um possível cessar-fogo no conflito entre Estados Unidos e Irã, que vem influenciando diretamente o humor dos investidores ao redor do mundo. Declarações sobre guerra no Irã influenciam mercado O movimento do câmbio ganhou força após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito pode estar próximo do fim. Segundo o líder norte-americano, a guerra contra o Irã estaria “praticamente concluída”, o que trouxe alívio aos mercados internacionais e impulsionou ativos de risco. :contentReference[oaicite:1]{index=1} Com a perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio, investidores passaram a buscar mercados emergentes, favorecendo moedas como o real brasileiro. Dólar também recua no exterior O movimento de queda não ocorreu apenas no Brasil. O DXY, índice que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas globais, também registrou leve recuo durante a sessão. Esse indicador compara o dólar com divisas importantes como euro, libra esterlina e iene japonês, servindo como referência para o comportamento da moeda no cenário internacional. Petróleo e fluxo financeiro ajudam o real Outro fator que contribuiu para o fortalecimento do real frente ao dólar foi o comportamento do mercado de commodities. O preço do petróleo apresentou forte valorização no mercado internacional, o que beneficia países exportadores de matérias-primas como o Brasil. Com a alta das commodities e o diferencial elevado de juros no país, o fluxo de capital estrangeiro tende a favorecer a moeda brasileira, pressionando a cotação do dólar para baixo. Ibovespa também reage positivamente O otimismo global também impactou a bolsa brasileira. O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em alta e voltou a superar os 180 mil pontos. :contentReference[oaicite:2]{index=2} Analistas avaliam que, apesar do alívio momentâneo nos mercados, o cenário internacional ainda pode provocar volatilidade nas próximas semanas. Fonte: RDN
Flávio Bolsonaro lidera ranking digital de presidenciáveis em 2026; Lula fica fora do top 3

Flávio Bolsonaro lidera ranking digital de presidenciáveis em 2026 segundo índice da Datrix; Lula aparece fora do top 3. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na liderança do Índice Datrix de Presidenciáveis (IDP) nos dois primeiros meses de 2026. O levantamento mede o desempenho digital de possíveis candidatos à Presidência da República nas redes sociais. O ranking divulgado pela consultoria Datrix coloca o parlamentar na frente de nomes importantes da política brasileira, como os governadores Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Ratinho Jr. (PSD-PR). Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece apenas na quarta posição. Ranking digital dos presidenciáveis em 2026 O levantamento analisou quase 500 mil publicações nas principais plataformas digitais, considerando tanto as postagens feitas pelos próprios políticos quanto menções feitas por influenciadores, jornalistas e outros atores políticos. Segundo a metodologia do índice, a pontuação varia de -100 a 100, avaliando volume, engajamento e qualidade das citações nas redes. 1º Flávio Bolsonaro — 37,14 pontos 2º Ronaldo Caiado — 33,68 pontos 3º Ratinho Jr. — 29,90 pontos 4º Luiz Inácio Lula da Silva — 25,66 pontos 5º Eduardo Leite — 24,14 pontos 6º Romeu Zema — 22,56 pontos Desempenho nas redes sociais De acordo com a análise da consultoria, Flávio Bolsonaro tem se destacado principalmente pelo crescimento das menções no chamado “mar aberto”, que inclui publicações feitas por terceiros fora dos perfis oficiais. Segundo o CEO da Datrix, João Paulo Castro, o senador conseguiu ampliar sua presença digital ao canalizar parte do capital político associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula mantém força nas próprias redes Já o presidente Lula continua apresentando forte desempenho em seus próprios perfis nas redes sociais, com alto nível de engajamento de seguidores. No entanto, a consultoria aponta que o petista tem desempenho mais fraco no “mar aberto”, onde as menções incluem críticas e análises feitas por outros usuários e influenciadores. Disputa digital deve crescer com aproximação das eleições Para especialistas, a relevância da presença digital tende a crescer à medida que o calendário eleitoral se aproxima. A expectativa é que os pré-candidatos busquem ampliar sua presença fora das bolhas políticas tradicionais, conquistando espaço em debates nacionais e ampliando a visibilidade nas redes sociais. Segundo a Datrix, o volume de menções — especialmente negativas — pode ter impacto significativo na reputação digital dos candidatos durante o período pré-eleitoral. Fonte: RDN
Crédito rural cresce e atinge R$ 354 bilhões no Plano Safra

Crédito rural do Plano Safra 2025/2026 já soma R$ 354,4 bilhões contratados. Crescimento foi impulsionado pelas CPR e industrialização. O crédito rural do Plano Safra 2025/2026 apresentou crescimento relevante nos primeiros meses do ciclo agrícola. Entre julho de 2025 e fevereiro de 2026, os financiamentos contratados somaram R$ 354,4 bilhões, alta de 7% em relação ao mesmo período da safra anterior. Os números do crédito rural foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com base no Boletim de Crédito Rural, elaborado a partir de dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central. Do total contratado, cerca de R$ 342,9 bilhões já foram efetivamente concedidos aos produtores. O crescimento foi impulsionado principalmente pelo avanço das Cédulas de Produto Rural (CPR) e pela expansão das operações voltadas à industrialização no agronegócio. Crédito rural cresce com avanço das CPR O principal destaque positivo do período foi o desempenho das Cédulas de Produto Rural. As contratações por meio desse instrumento financeiro alcançaram R$ 163,4 bilhões. Esse volume representa um crescimento de 39% em comparação com o mesmo período da safra 2024/2025, reforçando o papel das CPR como uma das principais ferramentas de financiamento da produção agrícola. Quando somados os recursos das CPR com as operações tradicionais de custeio, o montante destinado ao financiamento da safra chegou a R$ 269,8 bilhões, registrando alta de 12% em relação ao ciclo anterior. Industrialização do agronegócio também avança Outro segmento que registrou forte crescimento dentro do crédito rural foi a industrialização do agronegócio. As contratações para essa finalidade atingiram R$ 22,2 bilhões, um avanço de 56%, o maior crescimento percentual entre todas as modalidades do Plano Safra. Nas operações já liberadas aos produtores e empresas, o volume chegou a R$ 21,5 bilhões, representando expansão de 51% na comparação anual. Linhas tradicionais de custeio e investimento recuam Apesar do crescimento geral do crédito rural, algumas linhas tradicionais registraram retração. O custeio agrícola apresentou queda de 13% nas contratações, totalizando R$ 106,4 bilhões. Já os recursos efetivamente concedidos recuaram 16%, chegando a R$ 103,4 bilhões. Os investimentos também sofreram redução mais acentuada. As contratações somaram R$ 39,5 bilhões, queda de 20%, enquanto as concessões caíram 33%, totalizando R$ 33 bilhões. A comercialização agrícola também apresentou recuo, com queda de 15% nas contratações e 19% nas concessões. Programas de investimento registram retração Entre os programas de investimento do Plano Safra, todos apresentaram queda na comparação com a safra anterior. Moderfrota: queda de 49% Proirriga: retração de 48% Inovagro: queda de 33% Pronamp: recuo de 34% Prodecoop: redução de 3% Segundo a Secretaria de Política Agrícola do Mapa, a retração reflete a cautela do setor diante das taxas de juros atuais e da expectativa de redução gradual da taxa Selic até o final de 2026. Recursos ainda disponíveis no Plano Safra Do total de R$ 113,4 bilhões programados em recursos equalizáveis no Plano Safra 2025/2026, cerca de R$ 44,1 bilhões já foram concedidos até fevereiro. Isso significa que ainda restam 61% dos recursos disponíveis para contratação até o encerramento do programa. Entre as instituições financeiras, o Banco do Brasil lidera as concessões de investimento equalizado, seguido pelo BNDES. No custeio agrícola, Banco do Brasil, Sicoob e Sicredi concentram os maiores volumes de financiamento. Com o avanço das operações e a forte presença de instrumentos como as CPR, o crédito rural segue como um dos principais motores de financiamento da produção agrícola brasileira. Fonte: RDN


