Governo de MT promove 1.015 oficiais e praças da Polícia Militar em solenidade alusiva à Tiradentes

Cerimônia na Arena Pantanal, em Cuiabá, marca o dia do patrono das Polícias Militares O Governo de Mato Grosso, por meio da Polícia Militar, oficializou a promoção de 1.015 praças e oficiais da corporação, neste domingo (19.4), na Arena Pantanal, em Cuiabá. A cerimônia, alusiva ao dia de Tiradentes, considerado o patrono das Polícias Militares de todo o país e celebrado dia 21 de abril, marca a primeira promoção de militares deste ano. Na solenidade, foram promovidos 904 praças, sendo estes novos: 47 cabos, 41 terceiro-sargentos, 253 segundo-sargentos, 516 primeiro-sargentos e 47 subtenentes. Entre os oficiais: 88 segundo-tenentes vindos do Curso de Adaptação de Oficiais Complementares, 18 capitães e cinco majores. O governador do Estado, Otaviano Pivetta, esteve presente na solenidade e parabenizou a todos os promovidos. Pivetta reconheceu os esforços da tropa militar, presente em todos os municípios do Estado, e reforçou o compromisso de valorização com as forças de segurança de Mato Grosso. “Essa noite é uma noite de comemoração, de contemplação de um ato que reconhece as senhoras e senhores. Nós fizemos isso com muita honra, porque queremos a Polícia Militar respeitada, reconhecida e motivada, para continuar servindo o povo de Mato Grosso. Todos os senhores têm esse compromisso com Mato Grosso, continuar cuidando da paz e da segurança, em todos os cantos desse imenso território. Quero, aqui, renovar o meu compromisso de continuar valorizando todas as forças de segurança do Estado. Que Deus abençoe a Polícia Militar de Mato Grosso”, afirmou o governador. O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro, agradeceu ao Governo do Estado pela promoção dos militares, incluindo aos novos oficiais promovidos por meio do 1º Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais Complementares, medida aprovada em conjunto com o Governo e Assembleia Legislativa. “É o Governo de Mato Grosso valorizando sua tropa, que está servindo a sociedade mato-grossense mesmo com o risco da própria vida, são esses policiais que servem a população na segurança pública e nada mais justo colherem o fruto de anos de trabalho. Tivemos aqui a promoção do 1º CAOC, algo sonhado há décadas e hoje vemos a promoção de 88 oficiais, agradecemos muito pela resiliência e confiança deles. Costumo dizer que, se Mato Grosso é uma potência é porque nós temos uma polícia forte, que está protegendo os lares e patrimônio, fazendo com que o Estado possa crescer todos os dias”, enfatizou o coronel Fernando. A secretária de Estado de Segurança Pública, Susane Tamanho, destacou os investimentos do Governo de Mato Grosso para a Polícia Militar e também o empenho dos policiais promovidos para complementar o avanço da segurança no Estado. “É um reconhecimento para quem está na tropa e que faz a coisa acontecer, nós sabemos o quanto os senhores são importantes para nossa segurança. Me sinto honrada pela missão que o governador me confiou e confesso que estou extremamente emocionada de estar aqui. O nosso Estado avançou imensamente em tecnologia, infraestrutura, nosso Governo fez isso com muita sabedoria, investindo no que era preciso. Mas o mais importante, é o que acontece aqui hoje, investir no capital humano, porque sem esses homens e mulheres nós não somos nada. Parabéns a todos os promovidos”, reconheceu a secretária. O deputado estadual e sargento da reserva da Polícia Militar, Elizeu Nascimento, também parabenizou os promovidos e pontuou a integração entre Governo e Assembleia Legislativa que proporcionou benefícios que fizeram os militares poderem ser promovidos nesta data. “Nós tivemos momentos difíceis e nesses últimos anos tivemos grandes avanços. Hoje, graças a esse trabalho do Comando-Geral da PM, Secretaria de Segurança Pública, Assembleia Legislativa e Governo do Estado, temos condições de fazer justiça aos policiais militares e dar condições de ver pais e mães de família sendo promovidos essa noite. Tudo isso se resume a um trabalho sério, árduo e unificado. Quero parabenizar a todos os promovidos e dizer que essa força conjunta nos trouxe algo muito importante que é a valorização dos nossos policiais militares”, finalizou o deputado. fonte: Assessoria de imprensa PMMT
RDD, do ÀTTØØXXÁ, estreia solo e quer levar Bahia ao mundo: “O molho está no nosso DNA”

Para RDD, sim, é verdade: o baiano tem o molho mesmo. Não à toa, o nome escolhido para o álbum de estreia de sua carreira solo é “Hot Sauce” — “molho picante”, em português claro e direto. No disco inédito, lançado na semana passada, o integrante da banda ÀTTØØXXÁ trabalha essa ideia a partir do caldeirão de ritmos da Bahia e com o intuito de conectá-lo com a cena pop global. “Com esse disco, eu tenho um grande grito sobre como a Bahia se entrelaça com o pop do Brasil e do mundo. Sempre quis fazer essa interseção” Ao longo de 13 faixas, passeia por gêneros musicais como pagodão baiano, funk, arrocha e dancehall. Traz parcerias nacionais e internacionais, indo de Karol Conká e Rincon Sapiência até Afro B e Anik Khan. Em entrevista ao Papelpop, o cantor relembra trajetória artística e revela as expectativas de sua fase solo ao falar sobre o novo álbum e o “molho” intrínseco ao baiano. Papelpop – Fala um pouco sobre a escolha do título do álbum, “Hot Sauce”. O baiano tem mesmo o molho? RDD – Acho que o molho vem de berço porque a gente nasce e é rodeado de ritmo. Aqui na Bahia, se você vai ao Pelourinho, por exemplo, escuta o samba reggae. Se você vai em qualquer boteco, vive o arrocha. Se você vai para night, festa, paredão daqui, ouve o pagodão. O molho está no nosso DNA. Fato! PP – A Bahia está muito presente no disco – desde os ritmos, que são variados, até os visualizers, que mostram Salvador. Para a construção desse projeto, o quão importante foi e é o lugar de onde você veio? R- É muito importante. Eu tenho como padrinho Carlinhos Brown, um cara que já fazia música pop baiana nos anos 90. Então, tento estender esse legado dele e trazer novas formas de se fazer pop no Brasil a partir da Bahia. Acho que, com esse disco, eu tenho um um grande grito sobre como o estado se entrelaça com esse pop. PP – Você traz Karol Conká, Rincon Sapiência, Rachel Reis e muitos outros parceiros nas faixas, incluindo artistas estrangeiros. Há um desejo de expandir seu trabalho a nível não só nacional, mas também internacional? R – Os feats surgiram de forma muito natural. Karol, Rincon e Rachel são meus amigos. Afro B e Anik Khan são pessoas que se tornaram meus amigos por um acaso da vida, de um estúdio, gerando não só esse fruto da música, mas uma troca de ideia real. A gente pode falar sobre nossas vidas, se conectar e tudo mais. Acho que o grande objetivo desse álbum é mostrar como a Bahia consegue fazer um pop diferente, mas se aproximando do pop nacional e, também, do mundo. Sempre quis fazer essa interseção porque acho que, de uma certa forma, a gente foi se afastando do pop, né? Nos anos 2010, por exemplo, acho que tem o último grande vício do axé. Desde então, a Bahia vem sendo colocada em um lugar de regionalismo, de especificidade. Acho que isso nunca foi a Bahia; a Bahia sempre foi o mundo. PP – Apesar de “Hot Sauce” ser o seu primeiro álbum solo, você já tem uma trajetória sólida como produtor e com o grupo ÀTTØØXXÁ. Como as suas experiências anteriores influenciaram ou dialogam com o novo projeto? R – O ÀTTØØXXÁ me levou a uma projeção nacional e internacional. Pude produzir músicas como “Vai Embora”, de Pabllo Vittar com Ludmilla; “Me Gusta”, de Anitta com Cardi B; “Pra Te Machucar”, de Major Lazer e Ludmilla feat ÀTTØØXXÁ; enfim… fui projetado como produtor. O ÀTTØØXXÁ sempre tem um aspecto grandioso de muita percussão, de muita informação, de uma pesquisa muito profunda. Tem sempre três pessoas, é sempre uma banda. Já RDD se apresenta um pouco mais minimal, por assim dizer, por ter um desejo de também soar como pista. Então, o pagodão que faço não necessariamente tem percussão, por exemplo. Acho que é inerente eu tocar em qualquer lugar e as pessoas me associarem ao ÀTTØØXXÁ. Acho que parte delas também espera que eu faça esse tipo de pagodão, mas, neste momento, tanto o ÀTTØØXXÁ quanto RDD estão além do ÀTTØØXXÁ. A gente está pensando muito em como fazer uma música brasileira, baiana e do mundo, sabe? E cada um com suas especificidades! PP – O que este momento, com a chegada do disco de estreia, representa para sua carreira? R – É um grande marco na minha carreira e na minha vida pessoal. Eu sempre quis fazer esse blend de música baiana, brasileira e do mundo. Aproveitei todos esses anos, esses momentos que tive em estúdio com artistas gringos e brasileiros, para dar essa cara. Quero mostrar todos os passos que dei na minha carreira, então tem coisas que remetem ao início, como a faixa principal, “AYAYA”, com Karol Conká, Rincon Sapiência e Afro B. Essa é uma música que reflete um momento em que a música pop era feita de outra forma – e fiz questão de deixá-la desse jeito. O resto do disco como um todo conta essa minha trajetória de RDD, o Rafael Dias lá de 2008, quando começou, até o Rafael Dias de hoje. Então, é um momento muito especial para mim! Estou muito feliz em compartilhar minha arte e meu desejo de, como falei, unir o mundo com a Bahia, condensando isso em uma música pop com meu DNA. Fonte: RDN
Mato-grossense Leonardo Storck é campeão e conquista vaga em Roland Garros

Da Redação Rádio Aruanã FM Após um início de temporada desafiador e marcado por contratempos, o jovem prodígio do tênis brasileiro, João Fonseca, de 19 anos, encontrou motivos para celebrar neste domingo. Ao lado do experiente Marcelo Melo, de 42 anos, Fonseca conquistou o título de duplas do Rio Open 2026, um feito que traz um alívio e um novo fôlego para sua carreira. A dupla brasileira brilhou na final do torneio ATP 500, superando os alemães Constantin Frantzen e Robin Haase em uma batalha de três sets, com parciais de 4/6, 6/3 e um emocionante 10-8 no match tie-break. A vitória foi selada com um ace potente de Fonseca, um momento de glória que ecoou na quadra e na torcida. Uma trajetória turbulenta até o título A conquista das duplas chega em um momento crucial para Fonseca, atualmente o número 38 do ranking mundial da ATP. Seu início de 2026 foi atormentado por problemas físicos e resultados abaixo do esperado. No próprio Rio Open, onde era uma das esperanças locais, o jovem foi eliminado precocemente na chave de simples, perdendo para o peruano Ignacio Buse nas oitavas de final. Problemas nas costas forçaram Fonseca a desistir dos torneios de Brisbane e Adelaide, visando sua recuperação para o Aberto da Austrália. Contudo, o Grand Slam australiano não foi generoso, com o brasileiro caindo na primeira rodada diante do americano Eliot Spizzirri. A sequência de reveses continuou no ATP 250 de Buenos Aires, um torneio onde ele havia sido campeão em 2025, mas que este ano o viu ser derrotado na estreia pelo chileno Alejandro Tabilo, número 68 do ranking. Parceria com Melo: um novo capítulo A união com Marcelo Melo, um dos maiores duplistas da história do tênis brasileiro, provou ser a fórmula ideal para Fonseca reencontrar o caminho das vitórias. A experiência e a calma de Melo complementaram a energia e o talento do jovem, resultando em uma campanha impecável nas duplas e o primeiro título da temporada para Fonseca. Esta conquista no Rio Open não apenas celebra o talento e a resiliência do tenista, mas também acende uma luz de esperança para o restante de sua jornada em 2026. Fonte: Agência Esporte



