Empresário de Campo Verde é confirmado por Fávaro como 1º suplente ao Senado

O senador Carlos Fávaro confirmou o empresário e produtor rural Alexandre Schenkel, de Campo Verde, como primeiro suplente em sua chapa à reeleição ao Senado. A escolha aproxima ainda mais o projeto político do parlamentar de um dos setores mais estratégicos de Mato Grosso, o agronegócio, e reforça a representatividade de Campo Verde no cenário político estadual. Gaúcho de Tapera (RS), criado na Bahia e radicado em Mato Grosso desde o fim da década de 1980, Schenkel construiu sua trajetória em Campo Verde, município que se tornou referência nacional na produção agrícola. Formado em Agronomia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atuou como presidente do Sindicato Rural de Campo Verde, da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) e da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Reconhecido por sua atuação no fortalecimento do setor produtivo, Schenkel se destacou pela capacidade de articulação entre produtores, entidades de classe, mercado e governo. Sua presença na chapa é vista como um movimento para ampliar o diálogo com o agronegócio, especialmente com a cadeia do algodão, uma das mais importantes da economia mato-grossense. O anúncio também fortalece a presença de Campo Verde nas discussões sobre o futuro político e econômico de Mato Grosso, levando ao Senado uma liderança com forte ligação ao desenvolvimento do interior do Estado. Além de Schenkel, Fávaro convidou a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso, Carmen Machado, para ocupar a segunda suplência. Com isso, a chapa reúne representantes do setor produtivo e do funcionalismo público, buscando contemplar diferentes segmentos da sociedade mato-grossense. fonte: Assessoria de imprensa Senador Favaro

Senado aprova PL 5.122/2023, que cria instrumentos para renegociação de dívidas rurais

O Plenário do Senado Federal aprovou o Projeto de Lei nº 5.122/2023, que autoriza a criação de linha especial de financiamento para renegociação de dívidas rurais e prevê instrumentos voltados à reorganização do endividamento de produtores afetados por eventos climáticos adversos e pelos impactos econômicos decorrentes de conflitos geopolíticos internacionais. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) acompanhou a votação e avalia a aprovação como medida relevante para o setor produtivo, especialmente diante do agravamento da crise de crédito no campo, do aumento dos custos de produção e da perda de margem dos produtores. O texto aprovado autoriza a utilização de recursos do Fundo Social, superávits financeiros de fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda, fontes do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR) e outras fontes definidas pelo Poder Executivo. O limite global da linha especial de financiamento será definido pelo próprio Executivo. A proposta alcança diferentes modalidades de endividamento rural, reconhecendo que a dívida do produtor não está concentrada apenas no crédito rural oficial. Poderão ser contempladas operações de crédito rural de custeio, comercialização e industrialização, renegociadas ou prorrogadas, dívidas inadimplentes, parcelas de investimento, Cédulas de Produto Rural (CPRs), empréstimos utilizados para amortização ou liquidação de dívidas rurais, além de outras que venham a ser definidas pelo Executivo. Para a Aprosoja MT, esse é um dos pontos mais significativos. A crise atual não está restrita aos bancos. Ela envolve CPRs, fornecedores de insumos, cooperativas, tradings, compradores da produção, obrigações com recursos livres e instrumentos privados de financiamento. Uma solução limitada ao crédito rural tradicional não seria suficiente para enfrentar a realidade do endividamento no campo. Pelo dispositivo aprovado, a linha especial poderá contemplar operações de crédito rural contratadas até 31 de dezembro de 2025, inclusive aquelas que tenham sido renegociadas ou prorrogadas, observadas as condições previstas na lei. Também poderão ser incluídas CPRs emitidas até 31 de dezembro de 2025, desde que registradas em entidade autorizada pelo Banco Central do Brasil, além de empréstimos usados para amortizar ou liquidar financiamentos de crédito rural ou CPRs. As condições financeiras previstas incluem limite de R$ 10 milhões por beneficiário e de R$ 50 milhões por associação, cooperativa de produção ou condomínio, em um ou mais débitos. O prazo de pagamento será de 13 anos, incluídos ao menos dois anos de carência, conforme a capacidade de pagamento. As taxas gerais da linha serão de 3,5% ao ano para Pronaf e pequenos produtores, 5,5% para Pronamp e médios produtores, e 7,5% para os demais produtores. No caso de operações bancárias não classificadas como crédito rural, contratadas por cooperativas, cerealistas e fornecedores de insumos para atender necessidades do agricultor, há previsão de taxa de 7,5% ao ano e limite de R$ 10 milhões por cooperativa ou grupo econômico. Igualmente, está previsto que as garantias serão as usuais do crédito rural, vedada a exigência de garantias adicionais, com liberação daquelas que excederem os valores regulamentares do crédito rural. Igualmente, destaca-se como relevante a definição dos critérios de enquadramento. Poderão ser beneficiados produtores rurais e cooperativas de produção agropecuária, que tenham registrado, entre 2019 e 2025, perdas em duas ou mais safras que resultaram em redução mínima de 30% da renda bruta agropecuária esperada para a respectiva safra ou atividade financiada, mediante laudo emitido por profissional habilitado. No caso do Pronaf, será admitido laudo grupal ou coletivo. A perda de renda poderá decorrer de eventos climáticos extremos, como enxurradas, alagamentos, inundações, granizo, chuvas intensas, tornados, ondas de frio, geadas, vendavais, secas ou estiagens. O texto reconhece perdas decorrentes da redução dos preços de comercialização dos produtos agropecuários ou do aumento dos custos de produção. Para a Aprosoja MT, esse reconhecimento é fundamental. A crise enfrentada pelo produtor rural brasileiro não decorre apenas do clima. Soma-se a isso ao aumento dos custos, aos juros elevados, à volatilidade de preços, à variação cambial, à dependência de insumos importados e aos efeitos de conflitos internacionais sobre a cadeia produtiva. O projeto aprovado também busca reduzir travas operacionais que poderiam impedir o acesso à renegociação. A linha não estará sujeita à exigência de vinculação da operação a imóvel rural prevista no Manual de Crédito Rural, dispensando a apresentação de documentação comprobatória de propriedade, posse ou uso do imóvel e a verificação de impedimentos sociais, fundiários, ambientais e climáticos em relação ao imóvel. Fica dispensada, para essa linha específica, a apresentação de certidões negativas fiscais, previdenciárias ou trabalhistas, inclusive Certidão Negativa de Débitos (CND), além de outras certidões usualmente exigidas para concessão de crédito. Há, ainda, autorização para que as instituições financeiras prorroguem por 180 dias os vencimentos das parcelas de principal e juros, período durante o qual ficam suspensas cobranças administrativas, execuções extrajudiciais, judiciais e fiscais, inscrições em cadastros negativos de crédito e respectivos prazos processuais, desde que o produtor solicite a contratação da linha e preencha os requisitos previstos. A proposta também abre espaço para condições alternativas de renegociação do saldo excedente ao limite de R$ 10 milhões, nos termos da regulamentação, e permite que o Poder Executivo autorize a contratação das linhas para liquidação de operações de crédito rural que tenham sido amparadas por medidas de alongamento em 2024, 2025 e 2026, bem como as que estejam em processo de cobrança judicial. Outro aspecto relevante é o passo na construção do Fundo Garantidor do Agro (FG-Agro), incluída na redação aprovada a partir de emenda acatada no Senado. A medida busca ampliar a cobertura de garantias, reduzir riscos e contribuir para destravar o financiamento rural ao setor em um momento de maior seletividade dos bancos e fornecedores. Adicionalmente, ação essencial é a previsão de maior transparência sobre a execução das medidas. O texto prevê a publicação anual de relatório consolidado sobre as políticas de apoio creditício e reestruturação de dívidas, com informações agregadas sobre volume de operações, saldos, recursos públicos utilizados, custos de subvenções, impacto fiscal de garantias e estimativas orçamentárias e financeiras, respeitado o sigilo bancário e a proteção de dados. Para a Aprosoja MT, a aprovação do PL 5.122/2023 no Senado

Inauguração do Terminal Ferroviário da Rumo impulsiona desenvolvimento regional e fortalece economia de Dom Aquino

Município passa a integrar o corredor logístico da Ferrovia Estadual de Mato Grosso, ao lado de outras cidades beneficiadas pelo projeto, ampliando oportunidades de investimentos, geração de empregos e crescimento econômico. A inauguração do Terminal Ferroviário da Rumo representa um marco para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso e reforça as perspectivas de crescimento para Dom Aquino e toda a região sudeste do estado. Embora o terminal esteja localizado em outro ponto do traçado ferroviário, Dom Aquino está entre os municípios diretamente beneficiados pela implantação da Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo, que também contempla cidades como Rondonópolis, Juscimeira, São Pedro da Cipa, Campo Verde, Primavera do Leste e Cuiabá. A nova estrutura logística amplia a capacidade de escoamento da produção agrícola e industrial, reduz custos de transporte e aumenta a competitividade dos produtos mato-grossenses nos mercados nacional e internacional. Além disso, a ferrovia fortalece a atração de novos investimentos, estimula a instalação de empresas e contribui para a geração de emprego e renda nos municípios inseridos no corredor ferroviário. Para Dom Aquino, a proximidade com a nova malha logística representa uma oportunidade estratégica para impulsionar o desenvolvimento local, valorizar áreas destinadas a empreendimentos, fomentar o comércio e criar novas perspectivas para produtores rurais e empresários da região. A expectativa é que os benefícios da ferrovia se consolidem nos próximos anos, transformando os municípios atendidos em importantes polos de desenvolvimento econômico e logístico de Mato Grosso, fortalecendo a integração regional e ampliando as oportunidades para a população. Marta Andrade

PRF ENCONTRA DROGAS ESCONDIDAS EM PNEUS DE CARRETA E PRENDE MOTORISTA NA BR-364 EM RONDONÓPOLIS

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 30 quilos de drogas escondidas nos pneus de uma carreta e prendeu um motorista de 38 anos por tráfico de drogas, na tarde desta quinta-feira (11), na BR-364, em Rondonópolis. A abordagem ocorreu por volta das 15h, no km 211 da rodovia, durante uma fiscalização de combate ao crime. Segundo a PRF, o condutor apresentou comportamento suspeito durante a entrevista, demonstrando nervosismo excessivo, com voz embargada, mãos trêmulas e respostas contraditórias sobre o trajeto que realizava. O motorista informou que havia saído de Porto Velho (RO), onde teria feito uma entrega, e seguia para São Paulo (SP). No entanto, teve dificuldades para explicar o itinerário percorrido, o que levantou suspeitas da equipe policial. Diante da situação, os agentes utilizaram o cão farejador K9 Zion, especializado na detecção de entorpecentes. O animal indicou a possível presença de drogas no primeiro eixo do semirreboque. Durante a inspeção detalhada, os policiais desmontaram dois pneus do lado direito do primeiro eixo e encontraram diversos tabletes de substâncias análogas à skunk e ao haxixe escondidos no compartimento. Ao ser questionado, o motorista confessou que transportava a droga de Porto Velho para Campinas (SP). Segundo ele, receberia R$ 500 por quilo transportado. Após a pesagem, foram apreendidos 23 tabletes de skunk, totalizando aproximadamente 24,5 quilos, e 29 porções de haxixe, com peso aproximado de 5,95 quilos. O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com os veículos e todo o material apreendido, para a Polícia Civil de Rondonópolis, onde o caso foi registrado como tráfico de drogas e seguirá sob investigação. fonte : Assessoria de imprensa PRF RONDONÓPOLIS

Câmara Itinerante recebe demandas da comunidade durante ação na Vila Mamed

PRÓXIMO AO CIDADÃO Infraestrutura, saúde e regularização fundiária estiveram entre os principais assuntos levados pelos moradores da Vila Mamed à Câmara Itinerante, realizada nesta quinta-feira (11). A iniciativa permitiu que a comunidade apresentasse as demandas do bairro, fortalecendo a participação popular nas ações do Legislativo Municipal. Ao longo da manhã, moradores compareceram ao ponto de atendimento montado na Avenida Beira Rio, próximo à unidade de saúde do bairro, para registrar reivindicações e apontar demandas que afetam o dia a dia da comunidade. Entre os pedidos apresentados estavam melhorias na infraestrutura urbana, manutenção de sistemas de drenagem e esgoto, reforço nos serviços de limpeza pública, regularização fundiária de áreas do bairro e melhorias no atendimento da atenção básica em saúde. As solicitações foram recebidas pela equipe da Câmara Municipal e serão encaminhadas aos setores responsáveis para avaliação e adoção das medidas necessárias. A proposta da Câmara Itinerante é justamente aproximar o Poder Legislativo da população, proporcionando um espaço de escuta ativa e de diálogo direto com os moradores. O vereador Adonias Fernandes acompanhou a ação e destacou a importância de levar o Legislativo para dentro dos bairros. “Estamos aqui na Vila Mamed. Na avenida Beira Rio, onde a Câmara veio para ouvir as reivindicações da comunidade, eu estou aqui com a professora Rose que está desde cedo aqui e trouxe demandas da comunidade”, destacou o vereador. Moradora da região, a professora Rose elogiou a iniciativa. “Quero agradecer a Câmara por dar essa oportunidade, nós daqui da Vila Mamed temos várias reivindicações e eu espero que consigam resolver porque a gente está necessitando muito de apoio”, explicou a professora.

Polícia Militar e PRF apreendem 251 tabletes de maconha e pasta base em Diamantino

Drogas foram localizadas em um caminhão baú, na BR-364; um homem foi preso Ação conjunta da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de 251 tabletes de substâncias análogas à maconha e pasta base de cocaína, na tarde desta quarta-feira (10.6), na BR-364, em Diamantino. As drogas estavam escondidas em um fundo falso de um caminhão baú e o motorista do veículo foi preso por tráfico de drogas. Conforme o boletim de ocorrência, a equipe militar foi acionada por agentes da PRF para abordagem a um veículo em suspeita, que transitava pela rodovia federal, em sentido a Diamantino. Durante conversa inicial com o motorista do caminhão, ele apresentou informações desencontradas sobre o que seria o destino e trajeto de sua viagem. Ainda na abordagem, os policiais sentiram um forte odor de entorpecente e iniciaram uma vistoria minuciosa ao caminhão, identificando que o automóvel estava com um compartimento oculto na região onde iria a carga. As equipes retiraram o fundo falso e localizaram a quantia de 199 tabletes de maconha e 52 tabletes de pasta base. O suspeito não se pronunciou sobre qual seria a procedência da droga. Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e o caminhão foi apreendido. Todo o material foi levado para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências. fonte : Assessoria de imprensa PMMT HALLEF OLIVEIRA JORNALISTA