Dr. Altemar defende que o envelhecimento da população entre definitivamente na agenda do Congresso Nacional

  O Brasil vive uma das maiores transformações demográficas de sua história. O avanço da expectativa de vida e o crescimento acelerado da população idosa impõem novos desafios à saúde pública, à assistência social, à mobilidade urbana e à Previdência. Para o vice-prefeito de Rondonópolis e pré-candidato a deputado federal Dr. Altemar Lopes, chegou o momento de o envelhecimento da população deixar de ser apenas um tema técnico e passar a ocupar espaço permanente na agenda do Congresso Nacional. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o país possui atualmente 32,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 15,6% da população brasileira. Com mais de 25 anos dedicados à medicina, Dr. Altemar afirma que essa mudança já pode ser percebida na rotina dos hospitais e consultórios. “Estamos vivendo uma verdadeira transição demográfica. As pessoas estão vivendo mais, e isso é uma conquista da sociedade. Mas também significa que precisamos preparar o país para oferecer atendimento adequado, ampliar a prevenção e garantir qualidade de vida à população idosa.” Segundo o neurocirurgião, o debate não pode se restringir à ampliação da rede hospitalar. Ele defende uma política pública integrada, envolvendo saúde, assistência social, planejamento urbano, mobilidade, esporte e inclusão, para permitir que os brasileiros envelheçam com autonomia e segurança. “A longevidade exige um novo olhar do poder público. Precisamos investir em prevenção, diagnóstico precoce, reabilitação, atenção domiciliar e fortalecimento da atenção primária. Cuidar da população idosa é também cuidar da sustentabilidade do Sistema Único de Saúde.” Na avaliação de Dr. Altemar, a medicina preventiva deve ocupar posição central nas políticas públicas. O acompanhamento contínuo de doenças crônicas, aliado à promoção de hábitos saudáveis, reduz complicações, evita internações e contribui para o uso mais eficiente dos recursos públicos. Para o pré-candidato a deputado federal, discutir o envelhecimento populacional é discutir o futuro do Brasil. “Não estamos falando apenas de saúde. Estamos falando de desenvolvimento, planejamento, responsabilidade fiscal e respeito às pessoas que ajudaram a construir este país. O Brasil precisa se antecipar aos desafios que já estão batendo à nossa porta.” fonte : Assessoria de imprensa Erik Valeriano

Posicionamento da Aprosoja Brasil sobre o Plano Safra 2026/2027, o crédito rural e o endividamento do setor

Como presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) e da Aprosoja Mato Grosso, venho a público analisar o anúncio do Plano Safra 2026/2027 à luz da realidade que os produtores enfrentam e do que o País precisa para manter a agricultura como motor do desenvolvimento nacional. O governo anunciou R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial — acréscimo nominal de cerca de R$ 9 bilhões (1,7%) em relação ao ciclo anterior. À primeira vista, parece continuidade de crescimento. No entanto, a composição revela retrocesso relevante: os recursos para custeio e comercialização caíram de R$ 414,7 bilhões para R$ 384,9 bilhões, redução de R$ 29,8 bilhões. Os investimentos subiram para R$ 140,2 bilhões. Considerando a inflação acumulada recente de cerca de 4,4%, o plano representa, em termos reais, uma contração de aproximadamente R$ 13,6 bilhões em relação ao necessário para manter o poder de compra do crédito da safra anterior. Esse movimento não é isolado. Nos últimos três ciclos, observamos crescimento nominal dos volumes anunciados, mas uma mudança estrutural preocupante: retração relativa das linhas tradicionais equalizáveis e controladas (mais acessíveis e alinhadas à política agrícola) e expansão acelerada da CPR e de recursos livres de mercado. Na safra 2025/2026, até maio de 2026, o crédito rural empresarial contratado (sem Pronaf) somou R$ 433 bilhões, queda de cerca de 5% frente ao mesmo período anterior. Retirando a CPR, a retração nas linhas tradicionais foi de aproximadamente 14%. A CPR, por sua vez, cresceu e passou a representar mais de 42% do total, contra 37,4% no ciclo anterior. No custeio, a queda foi de 12,9%; nos investimentos, de 28,1%. Os recursos equalizáveis recuaram 47% na execução parcial. Essa evolução confirma o que a Aprosoja Mato Grosso alertou ao Ministério da Agricultura em março de 2026: não basta ampliar o volume nominal se o produtor chega ao ciclo com crédito mais seletivo, caro e condicionado. Parte significativa dos recursos anunciados acaba sendo consumida pela rolagem ou reorganização de passivos anteriores, em vez de financiar nova produção, comercialização e giro da safra. O contexto de endividamento torna essa distorção ainda mais grave. A inadimplência no crédito rural para pessoas físicas atingiu patamares recordes de 7,4% a 7,6% em meses recentes, segundo o Banco Central. O crédito rural problemático (atrasos, renegociações e prorrogações) superou R$ 186 bilhões. Dados da Serasa Experian apontam inadimplência rural em torno de 8,2%. No Mato Grosso, o estado líder em produção de soja e milho, registram-se números expressivos de recuperações judiciais e pressão financeira. No Rio Grande do Sul, apesar de índices percentuais mais baixos em alguns levantamentos, o volume absoluto de operações estressadas permanece elevado, reflexo de perdas climáticas acumuladas. As causas são conhecidas e cumulativas: juros elevados nos últimos anos, eventos climáticos adversos, queda nos preços das commodities (a saca de soja média nacional superou R$ 180 em 2022 e hoje gira em torno de R$ 115) e aumento expressivo dos custos de produção — que, medidos em sacas de soja, praticamente dobraram nos últimos seis anos. Investimentos realizados em tecnologia, frota e estrutura nos ciclos anteriores, que sustentaram a expansão da produção brasileira, hoje pesam sobre o fluxo de caixa em um ambiente de menor poder de compra da receita. Nesse cenário, a recente Resolução CMN nº 5.314/2026, que altera o Manual de Crédito Rural e condiciona prorrogações à “conveniência e decisão” da instituição financeira (além da comprovação de dificuldade temporária e atestado de capacidade de pagamento), gera preocupação adicional. Mecanismos de alongamento, historicamente importantes para gestão de fluxo em anos atípicos, tornam-se mais discricionários exatamente quando a demanda por flexibilidade é maior. A Aprosoja Brasil reconhece esforços do governo em reforçar instrumentos de gestão de risco, como Proagro e seguro rural, e em condicionar renegociações à existência de cobertura. São passos positivos. No entanto, a efetividade dependerá da disponibilidade real, do custo acessível e de regras compatíveis com a diversidade de realidades regionais e de porte dos produtores. O que o setor precisa, e o que defendemos de forma técnica e construtiva, é que a política de crédito priorize dois eixos simultâneos: Garantir que o crédito novo chegue efetivamente à produção — com volume adequado de custeio e comercialização, condições que permitam ao produtor plantar, conduzir e escoar a safra sem que o recurso seja integralmente absorvido por dívidas anteriores. Estruturar uma solução ampla e efetiva para o endividamento acumulado. O texto aprovado no Senado do PL 5122/2023 representa o caminho mais equilibrado e abrangente: linha especial com recursos do Fundo Social do Pré-Sal, carência, juros compatíveis com a atividade, possibilidade de rebate e cobertura ampla (incluindo CPRs e operações de investimento). É fundamental buscar a pacificação e harmonização desse texto com as medidas provisórias e iniciativas em curso, de forma a ampliar o alcance, reduzir burocracia excessiva e assegurar que chegue aos produtores que realmente precisam — não apenas aos que se enquadram em critérios muito restritivos. Soluções parciais ou de volume insuficiente (como os R$ 12 bilhões de algumas MPs anteriores, frente a necessidades estimadas bem superiores apenas no Rio Grande do Sul) correm o risco de não resolver o problema estrutural. A agricultura brasileira não é apenas o setor que produz alimentos, fibras e energia. É a principal geradora de divisas via exportações, um dos maiores contribuintes para a arrecadação tributária, indutora de emprego e renda em toda a cadeia (da indústria de máquinas no Sul e Sudeste à logística e ao consumo interno em estados como Mato Grosso) e pilar da segurança alimentar do País. O produtor rural é, ao mesmo tempo, investidor, consumidor e elo central de um ecossistema econômico que multiplica recursos por toda a sociedade. Quando o crédito não chega ou a renegociação não é viável, o impacto não se limita à porteira: reduz-se a capacidade de investimento, de contratação e de circulação de renda, com efeitos sobre indústria, transporte, comércio e arrecadação pública. A Aprosoja Brasil e a Aprosoja Mato Grosso mantêm diálogo técnico permanente com o Ministério da Agricultura, o Banco Central, o Congresso

Polícia Civil deflagra operação em Dom Aquino, prende três pessoas e avança na investigação de dois homicídios

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2), a Operação “Dom Aquino Segura”, com o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão para fortalecer as investigações de dois homicídios registrados neste ano no município. As ordens judiciais, expedidas pela Vara Única da Comarca de Dom Aquino, foram cumpridas em cinco endereços na cidade de Dom Aquino e um em Jaciara. A ação teve como objetivo reunir novas provas que possam contribuir para o esclarecimento dos crimes. As investigações apuram os assassinatos de Demolincio Gomes Pereira Filho, de 53 anos, morto a tiros no dia 7 de abril deste ano, e de Adenir Alves de Freitas, de 52 anos, que desapareceu em 8 de maio e teve o corpo encontrado em uma propriedade rural no dia 14 do mesmo mês, também com sinais de execução por arma de fogo. Segundo a Polícia Civil, a operação é resultado de um trabalho investigativo conduzido pela Delegacia de Dom Aquino, com base em levantamentos de inteligência e diligências que subsidiaram o pedido das medidas cautelares. Durante o cumprimento dos mandados, três homens foram presos em flagrante por diferentes crimes. Um suspeito, de 27 anos, foi autuado por posse irregular de munição de uso permitido. Outro, de 56 anos, responderá por posse irregular de arma de fogo, acessório ou munição de uso permitido e tráfico de drogas. Já um homem de 37 anos foi preso por embaraço à investigação de organização criminosa e uso ilícito de drogas. Na operação, os policiais apreenderam uma arma longa calibre .36, dezenas de munições e estojos de diversos calibres, dois coldres, um porta-munições, uma arma de brinquedo, entorpecentes, 14 aparelhos celulares, recipientes com pólvora e chumbinhos utilizados na fabricação artesanal de munições, além de R$ 2.450 em dinheiro. Todo o material apreendido será encaminhado para perícia na Politec, onde passará por exames que poderão contribuir para o avanço das investigações. O delegado responsável pela Delegacia de Dom Aquino, Dario Ferreira, destacou que a operação reforça o compromisso da Polícia Civil no combate aos crimes contra a vida. “A Operação ‘Dom Aquino Segura’ demonstra o compromisso da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes contra a vida. Estamos empregando investigação qualificada, inteligência policial e atuação integrada para identificar os autores, reunir provas e responsabilizar todos os envolvidos, reforçando a segurança da população e o combate à criminalidade no município”, afirmou o delegado. fonte : Assessoria de imprensa PJCMT

José Felipe defende feriado de São João Batista e diz que “fé não é negociada”

Feriado Municipal    O vereador José Felipe Horta (PL) saiu em defesa do projeto de lei aprovado pela Câmara de Vereadores de Rondonópolis que institui o dia 24 de junho como feriado municipal em homenagem ao padroeiro da cidade, São João Batista. Durante a sessão, o parlamentar afirmou que sua posição favorável à proposta está diretamente ligada à sua fé católica e à própria história de vida. Segundo José Felipe, antes da votação houve uma reunião com representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e da Associação Comercial e Industrial de Rondonópolis (Acir), que manifestaram preocupação com os impactos econômicos da criação de um novo feriado. Apesar disso, o vereador disse que não via possibilidade de votar contra a proposta. “Fé não é discutida, fé não é negociada”, afirmou o parlamentar ao justificar seu posicionamento. Em seu pronunciamento, José Felipe relembrou um episódio vivido ainda no nascimento. De acordo com ele, nasceu no Hospital São Marcos, em Rondonópolis, e permaneceu por cerca de um mês em uma incubadora devido às complicações de saúde. Diante da situação, sua mãe fez uma promessa de que, caso ele sobrevivesse, seria batizado no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, no estado de São Paulo. “Hoje eu sou médico, tenho uma família, mas tudo isso que fez eu chegar onde eu cheguei foi a minha fé católica”, declarou. “Quando fiz um ano de idade, fui batizado em Nossa Senhora Aparecida, cumprindo a promessa feita pela minha mãe.” O vereador ressaltou que, diante dessa trajetória pessoal, seria impossível votar contra uma proposta que homenageia São João Batista, padroeiro do município. “Nunca iria votar contra um feriado em homenagem a São João Batista. Isso não tem negociação”, enfatizou. José Felipe também argumentou que o fortalecimento da religiosidade é necessário diante do cenário atual da sociedade. Para ele, a oficialização do feriado representa uma valorização da fé cristã e das tradições religiosas do município. a fé e a religião. Com esse feriado oficialmente instituído, estaremos fortalecendo esses valores”, afirmou. O parlamentar acrescentou ainda que a criação do feriado atendeu a uma reivindicação apresentada pela Igreja Católica de Rondonópolis, fator que também pesou em sua decisão de apoiar o projeto aprovado pelo Legislativo municipal. fonte: SECOM CÂMARA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS

Primeiras adoções de áreas públicas são aprovadas e programa avança em Rondonópolis

MINHA PRAÇA  A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap), deu mais um avanço no Programa Minha Praça com a aprovação das seis primeiras propostas encaminhadas por pessoas físicas e jurídicas interessadas em cuidar de espaços públicos do município. As autorizações já foram publicadas no Diário Oficial. Entre as propostas aprovadas estão cinco protocolos de adoção simples, voltados à manutenção de áreas, além de um projeto da Vila Royal, que prevê a construção de um parque linear na Avenida dos Estudantes. O projeto contempla pista de caminhada, arborização e melhorias no trecho localizado entre o Village do Cerrado e a entrada da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), ampliando os espaços de lazer e convivência para a população. De acordo com a Semmaap, além dessas aprovações, outras propostas já foram protocoladas e seguem em análise técnica ou aguardam a complementação da documentação exigida pelo decreto 13.264, de 3 de março de 2026. Ao todo, a secretaria já recebeu média de 12 solicitações de adoção de áreas públicas. O programa permite que cidadãos, empresas e instituições contribuam com o cuidado e a melhora dos espaços urbanos por meio da adoção de praças, canteiros, rotatórias e áreas verdes. A iniciativa fortalece o trabalho conjunto entre o poder público e a comunidade, promovendo mais qualidade de vida e valorização dos ambientes públicos. Existem diferentes modalidades de adoção. Na modalidade simples, o adotante fica responsável pela manutenção da área. Outra modalidade permite realizar intervenções com instalação de mobiliário urbano, como bancos, lixeiras e luminárias. Há também opção de projetos que envolvam obras de maior porte, como paisagismo ou novas estruturas, nesse caso é necessário a apresentação de projeto técnico, cronograma de execução e demais documentos previstos na regulamentação. Quem deseja participar deve realizar a solicitação por meio de protocolo digital da Prefeitura (https://protocolo.rondonopolis.mt.gov.br/services), escolhendo Minha Praça Simplificado ou Minha Praça com Projeto, preenchendo os dados de identificação e indicando a área de interesse. Podem participar pessoas físicas, pessoas jurídicas ou até mesmo dois CPFs ou dois CNPJs em conjunto, compartilhando a responsabilidade pela mesma área. A expectativa da Semmaap é que novas propostas sejam aprovadas à medida que a documentação e as análises técnicas forem concluídas, permitindo que mais projetos saiam do papel e contribuam para uma cidade mais organizada, arborizada e bem cuidada. A iniciativa representa mais um resultado do trabalho desenvolvido para incentivar a participação da sociedade na conservação dos espaços públicos e na construção de uma Rondonópolis cada vez melhor para todos. fonte: GCOM PMR TEXTO: Danna Belle

Câmara aprova pedido de licença do vereador Renan Dourado

MANDATO PARLAMENTAR A Câmara Municipal de Rondonópolis aprovou, durante a sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (1°), o Requerimento nº 0047/2026, de autoria do vereador Renan Dourado (Republicanos). O requerimento solicita o licenciamento parlamentar do vereador pelo período de até 121 dias, concedido a pedido e sem remuneração, para tratamento de assuntos particulares e de saúde. A medida cumpre os ritos regimentais da Casa de Leis e viabiliza a convocação da suplência para dar continuidade aos trabalhos parlamentares durante o período de ausência do titular. Com o afastamento temporário de Renan Dourado, a cadeira no parlamento será ocupada pelo suplente, Afonso Aragão, que possui forte atuação no setor de transportes do município e assume na próxima sessão ordinária. fonte : SECOM CÂMARA MUNICIPAL DE RONDONÓPOLIS

Cavalaria da PM prende foragido da Justiça por estupro em Rondonópolis

Criminoso foi localizado durante patrulhamento e abordagem da equipe policial Policiais militares da unidade de Cavalaria cumpriram o mandado de prisão contra um homem, de 30 anos, na noite desta terça-feira (30.6), em Rondonópolis. O suspeito estava sendo procurado pela Justiça pelo crime de estupro, cometido na cidade. Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Cavalaria estava realizando patrulhamento ostensivo na região central de Rondonópolis. Ao se aproximarem de uma avenida, os policiais encontraram um grupo de pessoas em suspeita e iniciou procedimento de abordagem. Com o grupo, nada de ilícito foi encontrado. Mas com um dos homens, os militares identificaram o mandado de prisão em aberto, expedido pelo Núcleo de Justiça de Garantias de Rondonópolis, pelo crime de estupro. Além disso, a equipe da Cavalaria também identificou que o homem possuía passagens policiais pelos crimes de furto, corrupção de menores e estupro de vulnerável. Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia de Rondonópolis e entregue à Polícia Judiciária Civil para as demais providências cabíveis. Disque-denúncia A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939. fonte: Assessoria de imprensa PJCMT