Dr. Altemar Lopes lança série inspirada nas lições que aprendeu com mais de 50 mil pacientes

  Depois de quase 30 anos dedicados à medicina e de mais de 50 mil pacientes atendidos, o Dr. Altemar Lopes transforma experiências marcantes vividas no consultório em uma série de vídeos que convida o público a refletir sobre valores como amor, coragem, esperança, gratidão e empatia. Intitulada “O que meus pacientes me ensinaram”, a produção apresenta histórias inspiradas em situações reais que marcaram sua trajetória profissional. Em vez de abordar doenças ou tratamentos, o médico compartilha as lições que aprendeu ao longo da carreira com pessoas que enfrentaram desafios, perdas, superações e momentos de profunda humanidade. Médico, vice-prefeito de Rondonópolis e pré-candidato a deputado federal, Dr. Altemar Lopes afirma que as maiores lições da sua vida profissional não vieram da faculdade nem dos livros de medicina, mas dos encontros diários com seus pacientes. “Durante quase 30 anos eu estudei doenças. Mas foram as pessoas que realmente me ensinaram sobre a vida”, resume. Cada episódio traz uma narrativa curta e sensível, inspirada em histórias de mães, pais, idosos, crianças, professores, profissionais da saúde e pacientes que deixaram ensinamentos inesquecíveis. As reflexões mostram que um consultório vai muito além do diagnóstico: é um espaço de escuta, acolhimento e aprendizado. Com linguagem simples e um tom intimista, a série busca aproximar o público de experiências que revelam o valor da solidariedade, da compaixão e das relações humanas. Mais do que contar histórias, a proposta é provocar reflexões sobre aquilo que realmente importa na vida. Os primeiros episódios já estão disponíveis nas redes sociais do Dr. Altemar Lopes, onde o público pode acompanhar histórias inspiradoras que mostram como cada paciente deixou um legado de humanidade ao longo de sua trajetória na medicina.

Família é presa após 16 crianças serem resgatadas em condições degradantes nos EUA

Dezesseis crianças e adolescentes da mesma família foram resgatados em uma residência na zona rural de Hamden, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, após serem encontradas em condições consideradas degradantes pelas autoridades. Segundo a polícia, as vítimas viviam em meio a lixo e dejetos humanos e permaneciam confinadas em um único cômodo de aproximadamente 3,5 metros por 3,5 metros. A suspeita é de que o isolamento tenha ocorrido durante grande parte dos últimos quatro anos. O resgate aconteceu durante o cumprimento de um mandado de busca relacionado a outra investigação. Os pais e os avós das crianças foram presos em flagrante. As vítimas têm entre um ano e meio e 18 anos. Conforme as investigações, elas não possuíam registros médicos, não frequentavam a escola e tinham pouco ou nenhum contato com pessoas fora da propriedade. Parte das crianças apresentava dificuldades de comunicação e desenvolvimento. Uma jovem de 18 anos, que possui deficiência de desenvolvimento, não sabia escrever o próprio nome, segundo as autoridades. Sete vítimas precisaram ser encaminhadas a hospitais da região de Columbus devido ao estado de desnutrição e aos sinais de maus-tratos. Duas delas foram transportadas de helicóptero, enquanto uma criança chegou à unidade de saúde em estado crítico. A residência fica em uma estrada isolada, cercada por vegetação e próxima a uma linha férrea. Vizinhos relataram que nunca haviam visto crianças no local, apesar de residirem na região há anos. A investigação aponta que os adultos da família teriam mudado diversas vezes de cidade nas últimas duas décadas, possivelmente para evitar contato com a comunidade e impedir que órgãos de proteção infantil identificassem a existência das crianças. Os quatro suspeitos foram identificados como Gary Siders Jr., Gary Siders Sr., Christina Siders e Elizabeth Siders. Eles foram indiciados por colocar crianças em risco com agravante de danos físicos graves. A Justiça fixou fiança de US$ 300 mil para cada acusado. As 16 crianças foram retiradas da residência e entregues à custódia temporária do Departamento de Serviços Familiares de Ohio. O caso segue sob investigação das autoridades americanas. fonte: Portal do Tupiniquim Southeastern Ohio Regional Jail via AP

Suplente Afonso Aragão toma posse como vereador na Câmara de Rondonópolis

Empossado O suplente de vereador Afonso Aragão tomou posse na manhã desta segunda-feira (6) na Câmara Municipal de Rondonópolis. Ele assume temporariamente a cadeira do vereador Renan Dourado. A cerimônia de posse foi realizada na sede do Poder Legislativo e contou com a presença do presidente da Câmara e amigos. Ao prestar o compromisso regimental, Afonso Aragão foi oficialmente empossado e passa a integrar os trabalhos legislativos, participando das sessões, votações e demais atividades parlamentares durante o período de afastamento do titular. Durante a solenidade, o novo parlamentar destacou o compromisso de atuar em defesa da população de Rondonópolis, reforçando a responsabilidade de representar os cidadãos no Legislativo Municipal. Com a posse, a Câmara Municipal mantém a composição completa de seus parlamentares, garantindo a continuidade dos trabalhos legislativos e da representação popular.

Programa Soja Legal promove uma produção mais sustentável e reforça confiança no agro de MT

SUSTENTABILIDADE  Ao atender às demandas ligadas a sustentabilidade, os produtores não só seguem exigências globais, mas também posicionam o setor com credibilidade O agronegócio brasileiro tem se consolidado como uma referência mundial quando o assunto é produção sustentável, especialmente em estados como Mato Grosso, onde produtividade e preservação caminham lado a lado. Diferente de grandes concorrentes internacionais, o Brasil opera sob uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e ainda consegue alcançar altos índices de eficiência no campo, demonstrando que é possível produzir mais alimentos sem ampliar áreas de cultivo. De acordo com o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Luiz Pedro Bier, o país possui vantagens competitivas únicas, como o clima tropical, que permite até duas safras por ano e, em áreas irrigadas, até três. “Toda a tecnologia e técnica que foi necessária para que a gente fosse o maior produtor de soja, um dos maiores de milho, excelentes produtores de algodão, de carne de gado, ela foi desenvolvida por quem está aqui, porque não existe lugar nenhum do mundo com essa eficiência em clima tropical. Então nós temos a grande vantagem de produzir duas safras por ano”, destacou. Ele também reforça que o Código Florestal brasileiro é um dos mais exigentes do mundo, o que coloca o país à frente em termos de sustentabilidade. Nesse cenário, Bier enfatiza que o produtor rural tem papel fundamental na preservação ambiental, inclusive dentro de áreas privadas. “Nós temos um código florestal extremamente rígido, é o mais rigoroso que existe no mundo. A grande maioria dos países nem tem código florestal. E o Brasil é um exemplo disso. Ele tem um ativo que são as florestas que realmente são uma riqueza nacional. E nós agricultores, todo o agro brasileiro faz parte dessa paisagem, protegendo, cuidando das florestas mesmo em área privada”, afirma Bier. Nesse contexto, iniciativas como o programa Soja Legal, da Aprosoja MT, surgem como ferramentas importantes para fortalecer ainda mais as boas práticas no campo. Segundo Luiz Pedro Bier, o programa atua diretamente nas propriedades, realizando diagnósticos e orientando os produtores sobre melhorias necessárias. A proposta é promover avanços nas áreas ambiental, social e econômica. “O programa Soja Legal vem, neste caminho, tentando melhorar as práticas do produtor mato-grossense, fazendo diagnósticos e apontando onde são possíveis melhorias, tanto na questão trabalhista, na questão de segurança, sugestionando ao produtor o que ele pode fazer, o que ele pode melhorar e quais são as melhorias mais urgentes que precisam ser feitas na propriedade. É um programa que tem a intenção de guiar o produtor para que cada vez ele se torne mais profissional. A gente trabalha na sustentabilidade como um todo, na parte ambiental, protegendo e cuidando das nossas florestas, na parte social, cuidando dos nossos funcionários e, na parte econômica, valorizando o produto e a produção do estado”, explicou. Na prática, produtores mato-grossenses já incorporam essas diretrizes no dia a dia. Em Lucas do Rio Verde, a produtora Denise Hasse destaca que a sustentabilidade começa com a responsabilidade sobre a própria terra. Ela afirma que adota manejo adequado de fertilizantes e defensivos, além de trabalhar com plantio direto e rotação de culturas. “Hoje, nós só fazemos plantio direto, além de rotação de culturas. Nós atuamos com soja e milho dentro da propriedade, e o manejo é totalmente sustentável. Também temos 82% de preservação ambiental dentro dessa área. Então, o que era um solo pobre, virou um solo rico, através do manejo adequado de todos esses anos”, pontuou. Denise também ressalta o investimento em energia solar, o respeito às Áreas de Preservação Permanente (APPs) e o cuidado com o bem-estar dos colaboradores. “Hoje, nós temos todas as APPs respeitadas, dentro de todas as normas ambientais, seguindo todos os critérios de sustentabilidade. Temos um cuidado social com todos os nossos funcionários, onde a gente leva treinamento, desenvolvimento, cuida das famílias que estão envolvidas dentro da propriedade rural. Temos energia solar que ajuda a cuidar do meio ambiente, para deixar um ambiente mais sustentável para as próximas gerações. E na lavoura a gente faz todo o treinamento para que não tenha desperdício de produtos, que os produtos sejam aplicados somente quando necessário”, comenta a produtora. A produtora Stephane Anção, de Nova Mutum, reforça que a sustentabilidade no campo vai além da lavoura e envolve uma gestão integrada que considera aspectos ambientais, econômicos e sociais. Ela destaca que a adoção de tecnologias, como a agricultura de precisão, trouxe mais eficiência à produção, aliada a práticas como o plantio direto e a rotação de culturas, mas pondera que o conceito precisa ser mais amplo dentro das propriedades. “Sustentabilidade não gira só em torno do campo. É uma construção que envolve o ambiental, o econômico e o social dentro da fazenda, evoluindo ano após ano. Hoje, além do manejo no campo, a gente precisa de uma gestão eficiente também no escritório, organizando recursos financeiros e documentos, porque isso traz retorno econômico e também sustentabilidade para o negócio”, explicou. Stephane também chama atenção para iniciativas voltadas à redução da pegada de carbono e para a importância das parcerias no setor. Segundo ela, o produtor rural também exerce um papel importante para a sociedade ao participar de projetos e testes que contribuem para o desenvolvimento de práticas mais sustentáveis. “A gente participa de projetos voltados à redução da pegada de carbono e aprende muito com essas parcerias. Isso fortalece não só a propriedade, mas todo o sistema produtivo, porque é um crescimento conjunto”, afirmou. No campo social, a produtora destaca o investimento no desenvolvimento humano dentro das fazendas, com capacitação e valorização dos colaboradores. “Hoje as propriedades buscam cada vez mais oferecer condições dignas de trabalho e desenvolvimento. Lá na fazenda, por exemplo, trabalhamos inteligência emocional há anos, o que trouxe pertencimento e crescimento profissional para os colaboradores. Isso também é sustentabilidade”, pontuou. Outro ponto central, segundo Stephane, é a governança e a sucessão familiar, fundamentais para garantir a continuidade da produção ao longo das gerações. “Se o agricultor