Ícone do basquete mundial, Oscar Schmidt morreu aos 68 anos após longa batalha contra tumor cerebral e deixa legado histórico no esporte brasileiro.
O basquete brasileiro perdeu nesta quinta-feira (17) um de seus maiores nomes. O ex-jogador Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, em Santana de Parnaíba (SP), após enfrentar por 15 anos um câncer no cérebro. Conhecido mundialmente como “Mão Santa”, ele estava internado no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana após passar mal.
A causa da morte foi atribuída a complicações de um glioma, tipo de tumor cerebral diagnosticado inicialmente em 2011. Em 2013, a doença evoluiu para grau 3, exigindo tratamento contínuo ao longo dos anos.
Considerado um dos maiores jogadores da história do basquete mundial, Oscar construiu uma carreira marcada por talento, disciplina e impressionante capacidade de pontuar. Ele iniciou sua trajetória no Palmeiras em 1974 e ganhou destaque atuando por equipes como Sírio, América-RJ e Corinthians, além de uma carreira de sucesso no basquete italiano.
Pela seleção brasileira, tornou-se um símbolo nacional, sendo referência dentro e fora das quadras. Seu estilo de jogo e precisão nos arremessos lhe renderam o apelido que atravessou gerações.
A morte do ex-atleta gerou grande comoção no país. O apresentador Tadeu Schmidt, irmão de Oscar, manterá sua agenda profissional e seguirá à frente da apresentação do Big Brother Brasil 26, mesmo diante da perda.
A despedida será restrita aos familiares.
Oscar Schmidt deixa um legado de superação, dedicação e amor ao esporte, sendo lembrado como um dos maiores ídolos da história do basquete e uma inspiração para atletas de diferentes gerações.
Redação